Erros e mitos do SEO.

Muitos são os erros e mitos do SEO (Search Engine Optimization). Vivemos momentos terríveis para o amadorismo nas técnicas de SEO.

A maior parte dos posts, artigos e livros sobre SEO estão desatualizados e apenas refletem a ignorância dos seus autores.

Muita coisa mudou online nos últimos anos, uma delas foram as profundas alterações no algoritmo dos principais motores de busca, como o Google, Bing e Yahoo.

Essas alterações foram consequência de uma aparente tentativa de melhorar o conteúdo da net, o qual chegou a um estado de evidente mediocridade, facilitada por técnicas de SEO, que permitiam a colocação nos primeiros resultados de procura de sites de afiliados ou vocacionados para o adsense, carentes da mínima qualidade.

mitos do SEO

mitos do SEO

Mas isto é só um lado da moeda. Não acreditemos que uma corporação como a Google esteja interessada na qualidade da informação digital transmitida. Claro que o verdadeiro interesse é monetário; as últimas alterações no algoritmo do motor de procura da Google tiveram como consequência óbvia e imediata o favorecimento das grandes marcas e corporações e um substancial incremento da quantidade e custo dos anúncios patrocinados (adwords).

Vejamos alguns mitos do SEO e fatores de posicionamento (ranking) que perderam força ou que até poderão ser negativos.

Curtir (gostos) no Facebook – Está demonstrado que o número de gostos do Facebook não contam muito ou nada nos rankings do Google. Está demonstrado que Google só valoriza gostos de perfis que sejam visíveis para todo o público, o que não é o caso de grande parte dos perfis do Facebook.

Domínios com designação exata ou Exact Match Domains (EMD) – durante anos, os chamados domínios de designação exata, por exemplo seo.com para a palavra chave [seo] era um dos melhores métodos para conseguir um bom posicionamento nos resultados das procuras. Esses tempos acabaram, contudo a força das marcas (branding) ganha força e um domínio com uma correspondência exata com determinada palavra-chave (Keyword) não é garantia automática de um bom posicionamento.

Texto dos links externos ou backlink anchor text – Quando todos os links que apontam para um site, artigo ou página têm sempre o mesmo texto âncora, isso é imediatamente detetado pelo Google e esse site poderá ser penalizados por excesso de otimização.

Títulos h1 – Já há bastante tempo que se sabe que a tag h1 perdeu importância nos resultados do Google. Alguns especialistas afirmam que as tag h2 e menores contam mais atualmente, outros não dão qualquer valores à h-tag.

Domínios de alto nível (Top Level Domain (TLD) – Atualmente sites com domínios de alto nível, estilo .com, .net, .org não obtêm melhor posição nos resultados que domínios com outras extensões, como por exemplo .is, .me ou .ly.

Localização dos servires – Outro aspeto que necessita desmistificação; tenho sites e blogs com estupendos resultados naturais em Brasil, apesar de estarem hospedados na Alemanha.

Tamanho do artigo – Antes uma das recomendações fundamentais de SEO era escrever artigos com um mínimo de 300 palavras. Hoje em dia o tamanho do artigo já não tem importância, mas sim a qualidade do mesmo.

Densidade das palavras-chave (Keyword) – Quanto maior a densidade de palavras-chave, maior a probabilidade de ser penalizado pelo Google por super-optimização. A densidade da palavra-chave não é uma métrica que os autênticos especialistas de SEO utilizem desde 2011

Meta keywords tag – Atualmente a maioria dos principais motores de busca não utilizam as meta keywords tag como fator de posicionamento (ranking). Para alguns especialistas até podem ter consequências negativas.

Se quer que o seu site tenha bons resultados nas pesquisas dos principais motores de busca, principalmente do Google, que é a referência atual, mantenha-se informado das mais recentes novidades e alterações de critérios, contrate um verdadeiro especialista SEO ou invista em publicidade, estilo adwords do Google. Mas sobretudo preocupe-se com o conteúdo e qualidade de páginas e artigos.

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  1. ATENÇÃO: vem aí o Pinguim 2.0! - 20/05/2013

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